quarta-feira, outubro 07, 2009

Amor de mãe.

Ser mãe, ai! palavra doce. Ser mãe é viver sorrindo, mas também é viver de cabelo em pé. Ser mãe não é a mais fácil das tarefas, mas a mais compensadora delas. Depois de tantas lutas, conquistamos uma falsa igualdade, Ah mulheres! Nunca poderemos ser iguais aos homens, temos a sensibilidade nos poros, a delicadeza do sentimento na alma e a maternidade na cabeça, corpo e coração.

Faculdade, trabalho, família, e na maioria das vezes marido. É a babá que pede dispensa, é o trabalho que liga te lembrando dos documentos, é o transito que te faz perder tempo, é o sonho que te deixa aérea, é o carro que quebra, o pneu que fura, o marido\paquera que pede atenção, é a filha que chora, a mãe que pede ajuda, a irmã que quer conselho, o pai que não te larga, a avó que quer dormir, os amigos que querem sair, é o tempo que não dá mais, são as 24 horas do dia: curtas demais.

Ser uma em um milhão, é ser super heroína, é fazer carreira solo onde, no momento, o aconselhável era uma orquestra inteira, tocando todos juntos e afinados com o sucesso. A mulher e a sua mania, algumas mulheres e as suas manias, as mães e as suas manias, auto suficiência crônica, comum no grupo de mães presentes e dedicadas. Letal, poderia matar lentamente, elas morreriam de amor eterno, muita concentração, estresses do cotidiano, atraso constante, pressa eterna, contradições de sentimentos e muitas, mas muitas noites em claro.

O antídoto, Ah! O antídoto é o amor. Esse amor que nos faz correr para casa após um dia exaustivo de trabalho para os sorrisos singelos e os braços ainda pequenos, o amor que nos leva nas alturas e nos dá saudades em poucos minutos de ausência, que nos faz saber que vale a pena todas as tardes distantes, todo o pouco dinheiro ganho, todas as batalhas vencidas, as lutas iniciadas, toda essência de vida, toda lágrima perdida e todo sorriso dado. Ser mãe não é fácil, mas não há mãe que se arrependa de um bem. Por eles tudo vale a pena.

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